domingo, 5 de julho de 2009


Vou tacar fogo nos discos
Nos livros
Nas roupas
Nas lembranças
Tudo q era objeto antigo eu coloquei no brechó subcutâneo
Mas agora eu ateei fogo no verbo rever idéias...
E chamo de verbo o q eu quiser...
E vou tacar fogo nos seus pelos
No seu peito
No seu ser e no meu não ser...
E em quem apenas quer ser...
E nem tudo se explica...
Uma fúria envenenada complica...
E a lua permanece fria e ela muda sem mudar...
A lua não possui fazes... É só uma sombra q a cobre...
Ela esta sempre lá do jeito que continua ser...
Não gosto de lembrar como comprei cada disco escutá-los sem ver seus encartes eh mais legal...
E o acervo de guerra... Embrulhei p presente... Presente p o fogo...

Nenhum comentário:

Postar um comentário