domingo, 5 de julho de 2009


As nuances do desejo indolente impregnado de lascívia
Arranca o pudor da face da menina...
Vem acaricia-me a pele
Duas almas vagando no paraíso prévio dos delírios
Insanidade e loucura não são as mesmas mulheres
Vontade de potencia não despreza o ato
Minha boca cospe mus delitos carnais
Venha explorar meu sangue
Se apropriar do meu corpo por instantes enaltecidos pelo surreal prazer
Rasgue minhas vestes e atei fogo
Molhe de saliva os meus dedos deixe que passem sob minha língua impura
Arranho teu pescoço trazendo a dor suave
Ao instante que levo minha boca sedenta e arranco os arrepios dos teus poros envenenados
Bebes o vinho do meu suor
Deita-me sob o teu céu e seja cruel
Despeja sua imaginação sobre meus olhos e deixa minha mente presa
Eu não posso escapar...
Ama-me no mais fundo da indecência
Ama-me apenas com o amor carnal
E entra em mim
Entra despido de moral
Entra com todos os sentidos
E deixa-me ferir sua pele
Faz um lenço para as noites de nossas despedidas

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