terça-feira, 7 de julho de 2009



Alma noturna calma perversa
Noite saturna alivia a pressa
Mulher devassa
Delitos da mente
Delírios dormentes
Espírito decadente
Jamais lamente!
Poesia frenética...
Ligação geométrica...
Cabelos de sol
Incendeia a noite numa assimetria violenta
Eu não sei onde vai parar
Deixa queimar...
Imaginação ferve
Pareço-me com Quixote esgrimindo contra os moinhos...
Porque não tomas uma dose de potencia?
Cometerei delitos insanos nas noites de luar pálido...
Segredos da mente devem permanecer na mente...
Enigmas do seio de uma mulher em quase desventura terna
Temendo seus anseios
Vagando num mundo onde o desejo a contaminou
Conde da minha amargura pq n mim envenena de uma vez
Pouco veneno não mim basta...
E se o ar se perde no caminho eu não posso respirar...
Respiração violenta...
Na sombra da lua rasteja a noturna completamente insana...
Eu corpo da noite o q faço indo dormir?
Estou presa ao dia...
Obscena, obscena... Noturna...
Traga-me não mais nenhuma gota de solidão nem essa dose completa e mórbida...
Minha mente conta mentiras p si...
Sim essa noite de insônia revela loucuras adormecidas...
Tudo muito rápido... Desvarios da mente...
Estou sucumbindo no buraco negro da mente...
Vertigem... Visão turva... Entre palavras tudo escurece...
Falo de corpo, de coração...
Essa noite ardente eu qro dormir na rua sentar na relva molhar o chão...












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