Em terno desespero minha mente anseia descansar sobre teu peito
Eu me perco nos prantos dessa noite estranha
Meus dedos frios, meus lábios sem cor
Uma voz calada presa nos sonhos da madrugada
Amavelmente me afaga nos teus braços esculpidos pela sombra e solidão
Derrama o vinho e lava meus sonhos pesados
Com as mãos da malicia acaricia meu pranto e acalma a melancolia desastrosa dos desejos não realizados
Vem me arrancar desse dia e me leva para noite perfídia
O nihil é irreal porem verdadeiro
Meu desejo é verdadeiro com todo porem entorpecidamente irreal
Agora vem e sem dizer nada
Arranca as vestes do medo
E lança seu desejo ferindo todo meu corpo
Derrama o sangue e aquece a ferida descontente da ilusão
Crava na minha pele a sua pele espancando meu riso e absorve meus segredos
Enfrentando os dragões
Armadilhas da mente
Ama-me com o amor de uma noite e que se vai no amanhecer
Apenas torturas dos desejos desarmados
Devora meus dias
Acorrenta-me ao ladrão
Alimenta minha solidão
Eu me perco nos prantos dessa noite estranha
Meus dedos frios, meus lábios sem cor
Uma voz calada presa nos sonhos da madrugada
Amavelmente me afaga nos teus braços esculpidos pela sombra e solidão
Derrama o vinho e lava meus sonhos pesados
Com as mãos da malicia acaricia meu pranto e acalma a melancolia desastrosa dos desejos não realizados
Vem me arrancar desse dia e me leva para noite perfídia
O nihil é irreal porem verdadeiro
Meu desejo é verdadeiro com todo porem entorpecidamente irreal
Agora vem e sem dizer nada
Arranca as vestes do medo
E lança seu desejo ferindo todo meu corpo
Derrama o sangue e aquece a ferida descontente da ilusão
Crava na minha pele a sua pele espancando meu riso e absorve meus segredos
Enfrentando os dragões
Armadilhas da mente
Ama-me com o amor de uma noite e que se vai no amanhecer
Apenas torturas dos desejos desarmados
Devora meus dias
Acorrenta-me ao ladrão
Alimenta minha solidão
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