La no cruzeiro mais alto, o homem pálido comia fogo
As cantigas selvagens da sua infância dolorida perseguiam seus ouvidos aguçados
O medo que entontecia sua mente deitada no mato do longínquo cruzeiro brilhante do morro
Daqui de baixo é que se ver
Seus olhos pegando fogo
Daqui de baixo é que se ver
Suas costas encaliçadas suas pernas dobradas joelhos caídos no chão
Um buraco iluminado abriu-se diante de seus pés
Era uma aparição
Uma mulher subindo a serra com olhos de alavanca
Um corpo talhado a mão
Nascida do dia da tormenta no morro da conceição
Artífice do tinhoso
Num dia fraco e lento atormentando um homem cansado dessa vida
E da lagrima encontrada no meio da alegria perdida...
O sol se escondeu a água da chuva encharcou a terra
Aquele homem provou o mel vermelho que escorria das mãos daquela mulher
Os cabelos de sol jogados no corpo do dia
Na boca da mata
Nos olhos da noite
O nó cego da cana
A palha do coqueiro
O homem e seu desespero
A mulher e a consolação
A araponga gemia
No meio de tanta aligria
A sucupira e sua sombra na água se desfazia...
As cantigas selvagens da sua infância dolorida perseguiam seus ouvidos aguçados
O medo que entontecia sua mente deitada no mato do longínquo cruzeiro brilhante do morro
Daqui de baixo é que se ver
Seus olhos pegando fogo
Daqui de baixo é que se ver
Suas costas encaliçadas suas pernas dobradas joelhos caídos no chão
Um buraco iluminado abriu-se diante de seus pés
Era uma aparição
Uma mulher subindo a serra com olhos de alavanca
Um corpo talhado a mão
Nascida do dia da tormenta no morro da conceição
Artífice do tinhoso
Num dia fraco e lento atormentando um homem cansado dessa vida
E da lagrima encontrada no meio da alegria perdida...
O sol se escondeu a água da chuva encharcou a terra
Aquele homem provou o mel vermelho que escorria das mãos daquela mulher
Os cabelos de sol jogados no corpo do dia
Na boca da mata
Nos olhos da noite
O nó cego da cana
A palha do coqueiro
O homem e seu desespero
A mulher e a consolação
A araponga gemia
No meio de tanta aligria
A sucupira e sua sombra na água se desfazia...
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