sábado, 12 de setembro de 2009



Tudo que escuto muito pouco eu guardo...
Resguardo-me do frio
Da escuridão
Da dor noturna
Da ferida obscura
Na noite fria
Nos calabouços enfureço em plena alucinação
No céu amo
Na terra brinco e giro
No teu corpo me perco
Nas tuas pernas me confundo
Nas tuas idéias pereço no teu seio amanheço
Em delírio profundo
Seu toque lento e terno enfurece meu ser
Descontrole carnal
Tu és a minha desventura
Minha risada infantil
Meu olhar amendrontado
Deixa-me ter você deixa eu te tocar
Eu quero você lua quente...

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