quarta-feira, 16 de setembro de 2009

NIMBO







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Com medo do escuro me equilibrei na ponta imaginária da estrela...A lua e sua poesia com forma ingênua... Impulsionando a loucura que Desata nó do papel!

Rabiscando a parede lembrei do seu olhar
Vivi uma tempestade lunar
Vi uma galáxia evoluir
Um poeta morrer
A poesia deslizar num corpo vazio
Um poeta pateta virando buraco negro
Passei na órbita de plutão
Levei um chute e despenquei
Vou ver a terra lá na lua
Não me chame de volta...
Vi uma Nimbostratus contornando o céu
E tudo escureceu a lua sumiu
No outro dia reapareceu
Mas não vi a poesia q nela existia...

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