
Vou arrancar as vestes
Vou jogá-las na rua e atear fogo
Fazer uma fogueira
Só p espantar a loucura q esse silêncio monta
Vou me embriagar c a escuridão do quarto
E ficar lá até q me esqueçam
Não eu não sei noticias de mim
Idéias vagabundas esmolam atenção
A insegurança se contenta com migalhas
O pessimismo coroe como um verme faminto o ser
E entontece de tristeza o âmago do meu coração
As extremidades do meu corpo se alargaram e eu não to cabendo nesse lugar
Meu ser não faz com que meu ente seja
Meu dasein tá dormindo (não pareço capaz de questionar meu ser)
È como se minha existência se desfizesse com o sopro de uma boca ardilosa
Meu ser não se faz ser
Um ser em busca de sua existência
Uma flor vermelha na escuridão flutuando
Sozinha...
Ninguém a observa
Ela observa tudo
É preciso sentir dor para que se revele o prazer
Algumas gotas de orvalho (lagrimas) tocaram levemente suas pétalas (face)
Ela possui um perfume encantador
Apenas a deixe quieta!
Seus galhos possuem espinhos
Seus espinhos possuem veneno
Vou jogá-las na rua e atear fogo
Fazer uma fogueira
Só p espantar a loucura q esse silêncio monta
Vou me embriagar c a escuridão do quarto
E ficar lá até q me esqueçam
Não eu não sei noticias de mim
Idéias vagabundas esmolam atenção
A insegurança se contenta com migalhas
O pessimismo coroe como um verme faminto o ser
E entontece de tristeza o âmago do meu coração
As extremidades do meu corpo se alargaram e eu não to cabendo nesse lugar
Meu ser não faz com que meu ente seja
Meu dasein tá dormindo (não pareço capaz de questionar meu ser)
È como se minha existência se desfizesse com o sopro de uma boca ardilosa
Meu ser não se faz ser
Um ser em busca de sua existência
Uma flor vermelha na escuridão flutuando
Sozinha...
Ninguém a observa
Ela observa tudo
É preciso sentir dor para que se revele o prazer
Algumas gotas de orvalho (lagrimas) tocaram levemente suas pétalas (face)
Ela possui um perfume encantador
Apenas a deixe quieta!
Seus galhos possuem espinhos
Seus espinhos possuem veneno
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